30.8.10

Querida Sara,



Agradeço sua umidade nessa tarde ardida tão seca. Sobre a recusa das flores, preciso esclarecer que não aprecio esse roubo da natureza...


livro DEDOS NÃO BROCHAM, ED DRACO.


AQUI! NA LIVRARIA CULTURA.
Ale Safra

6 comentários:

  1. ótimo essa "secura" recusando as flores em meio a umidade.

    (apenas uma palavra sobre "seco". aqui no nordeste dizemos que fulano está seco quando está há muito tempo sem transar.)

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  2. Nada como flores frescas...nada como uma salvação num domingo qualquer. Belo texto.

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  3. Anna,
    Que sempre, desses dias enjoados, te cure a Sara;
    Que ela entenda a necessidade da "não flor" e, mais, de não despetalar-lhe da poesia (mesmo quando, úmida, "a seca" só quer vê-la nua).

    Seu,
    Grã

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  4. Lindo blog!!!!
    vou seguir agora, depois visite o meu tbm!

    bjs

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  5. o que seria da vida sem essas "visitas" salvadoras?

    saudades de ler suas letras,minha querida...

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