17.11.10

Porque se chamava moço, Também se chamava estrada*




sou mancha na massa nessa
manhã massificada mansa
sem

[corda grave para]Em7/9+/13-
Nem lembra se olhou  pra trás

comediante nariz vermelho
secos olhos em
       pornográfica espera
       passo sem marcha
massificadohumanodetodasascores

[sapatos padronizados: passopreso]Dm9(14)  Em(b13/#9)  
Ao primeiro passo, aço,     aço...      

lá pelas tantas recorrentes no meio do dia
bruto
um gole de café queimado frio, desses cujo gosto sou eu
SEMF7M(9)  Em7(#5)  
Porque se chamava  homem  
tão sempausanada
tudopassa
tudoDm9(14)  
Também se chamava m sonhos  
passa
sem pausa

estatisticaMENTE na mASSA
numericamente chapadaEm7/9+/13-  F7M(9)  
E sonhos não envelhecem      
atropeladamente insana

esses salgadinhos industrializadosEm7/9+/13-  
Em meio a tantos gases lacrimogêneos  
esse suco de saquinho industrializadoDm9(14)  Em(b13/#9)  
Ficam calmos, calmos...      
que sabor repetido é esse?

notas dum cavaquim
sem silêncio, nem pausaDm7  Am7  G  F7M(9)  C/E  F7M(9)  C/E  F/G  
 E          l á          se vai mai s um  dia       
padronizada no quadrado da televisãoF7M(9)  Em7(#5)  
E basta contar compasso  

Dm9(14)  
E basta contar  consigo  
 Em7/9+/13-  F7M(9)  
Que a chama não te m pavio      
 Em7/9+/13-  
De tudo se faz  canção e o coração  
 Dm9(14)  Em7/9+/13-  
Na curva de um rio, rio ...      

aFOGO

_______
* Clube da Esquina II
Lô Borges e Milton Nascimento
letra de Márcio Borges


para m.g.





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