23.1.11

não quero coca-cola


lixo litros disso e daquilo luxo em litros de lixo
                                   

TEXTO DISPONÍVEL NO LIVRO DEDOS NÃO BROCHAM, ED DRACO

AQUI NA LIVRARIA CULTURA



7 comentários:

  1. lá tem muito mais. braile na tampa da lata. chocolate. Ale, os dedos apareceram lá no Canela ("retesar-te. precisava do teu olhar passado a limpo. correr na rua aurora. nossas mãos entrelaçadas no alto. os dedos escorrendo um sobre o outro."). Espero que goste, beijo, Otavio ( http://canelacafe.zip.net )

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  2. já li.
    é lindo demais.
    te escrevo.


    recomendo a leitura:
    http://canelacafe.zip.net/

    vc é muito bom.

    beijo

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  3. Se existe um mundo onde nao exista litros de tudo isso?? Existe sim, a minha casa no interior!! Minha mae é avessa á produtos industrializados, principalmente refrigerantes! AMei o poema!Voce sempre me surpreendendo!

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  4. Caramba!

    Que blog fantástico =D

    estou seguindo, gostei da sua forma de escrita

    Bjuuus

    =]

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  5. Parabéns pelo blog. ;
    Passearemos por aqui mais vezes.
    Abs do Interpoética.

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  6. Alessandra, que bom teu espaço, sigo te lendo, mas este poema mexeu bastante comigo... "lixeraturas", outro modo de revirar o mundo, percisamos cada vez mais disso, de sublimações e provocações para transformar o nada tão plausível no cotidiano.

    Um beijo, bom estar aqui.

    Carmen.

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  7. o crepúsculo

    os dias
    suspensos
    em tempor-
    ais de vidro
    que a distância
    arde

    é a crista
    do crepúsculo
    nas entrelinhas
    no calendário
    da tarde

    a imagem que trago
    virou-me
    em silên
    cio
    de súbito que-
    brado

    estreito é o tempo

    à deriva se des-
    cor
    tina

    cabe o vazio
    dentro

    a palavra
    insone vaza
    invisível e sólida
    de solidão
    embriaga

    em
    po
    e
    irados
    olhos já desv
    entrados

    estão meus
    poros

    é preciso ouvir
    o silêncio dos ossos
    que está por
    vir

    os medos
    entorpecidos
    vestidos de cor
    agem
    vivos e indecisos

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