11.4.11

xeque-mate

um gesto denunciou seu juízo. beijo nem chegou na boca eu já sabia do fim mesmo antes do fim. e drama nisso não há. me encanta saber guardar o jogo.

lembra daquela manhã? logo que minha mão esquerda pousou na sua? seu indicador e polegar [silenciosos] a repeliram como se espanta migalhas de pão numa manhã ordinária.

o corpo não mente. é mais verdadeiro as ardilosas e necessárias mentiras suas. confundir nossas carências nunca foi alternativa sadia. só estaria aí se a verdade fosse do seu juízo&corpo em não aceitar ficar sem o meu.
assim, aqui, as razões seriam consequentes. mas quente meu corpo não ficou com o gesto dos seus dedos. nem com seus soberbos argumentos pouco lascivos. pra m'enganar é necessário aprender a mentir com o corpo.

maravilhoso o tempo e as descobertas que fizemos juntos. bom acabar no melhor de nós.

4 comentários:

  1. olá josy. obrigado pela visita e pelo comentário. seu blog é bastante, digamos, sugestivo. gostei daqui. todos os textos são seus? abs

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  2. então, josé. fui lá ver. só vi, verdade.
    legal.
    bjs
    josy

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  3. ô loko, mto legal esse texto, eu fiquei imaginando a cena. vc descreve tão legal que é possível a gente criar em cima da sua criação. adorei.

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